por admin em 30.09.09 às 17h21 | Categoria Corinthians4 Comentários

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Fora da disputa pelo título com mais de dez rodadas de antecedência. Esse é o resultado do amadorismo da diretoria que, no meio do campeonato, se desfez de três importantes jogadores sem previsão de reposição.

Aqueles que pregavam modernidade na administração do clube promoveram um retrocesso imperdoável neste Brasileirão. Mais que isso, houve um desrespeito ao torcedor. O que dizer àqueles que pagaram pelo pay-per-view do Brasileirão? Devolverão o dinheiro de quem pagou pelo Sócio-Torcedor?

Entre os clubes que hoje brigam pelo título, em comum há a manutenção dos elencos, até reforçados em alguns casos.

Nem mesmo a antecipada preparação para a Libertadores serve de consolo. A lateral-esquerda, por exemplo, que antes tirava o sono dos adversários, hoje é preocupação dos corintianos.

Resta agora torcer para que não haja novo desmanche no fim do ano e que reforços cheguem para 2010, pois 2009 acabou pela metade.

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por admin em 27.08.09 às 11h28 | Categoria Corinthians8 Comentários

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Passado o pior momento no Campeonato Brasileiro, o Corinthians agora se reestrutura para o restante da temporada e, espera-se, para o ano do centenário do clube.

Ao todo, desde as primeiras saídas, de Cristian e André Santos, foram 10 jogos em meio à turbulência gerada pela janela de transferências. Trinta pontos disputados e apenas 13 conquistados, com três vitórias, quatro empates e três derrotas.

Agora, com a reposição de peças, resta esperar pelo breve entrosamento da equipe, torcer para que esses 17 pontos perdidos não sepultem o título brasileiro e, assim como no ano passado, formar um plantel já pensando na temporada seguinte.

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por admin em 27.07.09 às 0h15 | Categoria Corinthians3 Comentários

A sequência de três vitórias apertadas (4 a 3 no Sport, 2 a1 no Cruzeiro e 3 a 2 no Vitória) e derrota para o arqui-rival Palmeiras (3 a 0) durante a janela de transferências  coloca em dúvida o tão aclamado planejamento da diretoria corintiana.

O discurso de que, antes de vender, o clube contrataria, vem caindo pelas tabelas. O maior exemplo é a lateral-esquerda. Desde 2008, André Santos era cotado para jogar na Europa. Mesmo assim, Wellington Saci e Marcelo Oliveira foram negociados. Ou seja, de uma só vez, três jogadores da mesma posição. Para consertar o erro, Marcelo voltou, mas machucado, obrigando a escalação improvisada de Diego no clássico deste domingo.

Jucilei, a solução de Mano Menezes para a vaga de Cristian, nunca atuou como primeiro volante e teria vindo para suprir uma possível venda de Elias, que joga mais à frente. E Moradei veio para o lugar de Fabinho, reserva na época.

No ataque, a situação chegou a ser patética diante do Palmeiras. Com a contusão de Ronaldo, Souza seria o substituto natural. No entanto, como pode ser negociado com o Goiás, seguiu no banco a fim de não exceder o limite de jogos para a transferência. Outra opção, sem muitas chances na equipe titular, seria Otacílio Neto, agora no Barueri.

E Douglas? Jogou a segunda partida após admitir já ter assinado contrato com clube árabe. Ainda sem poder contar com Edu e na incerteza sobre nomes pouco conhecidos, como Marcinho, Bill e Henrique, a torcida anda desconfiando do tal planejamento.

Fica o mérito de manter todos os jogadores até o fim da conquista da Copa do Brasil e a impressão de que, desde então, a tônica tem sido “vender, contratar quem puder e se virar como o que sobra”. Pode dar certo, até pela experiência semelhante de Mano no Grêmio. Mas, certamente, não condiz com o que vinha sendo dito até aqui.

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por admin em 09.07.09 às 22h00 | Categoria Brasileirão 2009, Copa do Brasil, Corinthians, Jogadores, TimeNenhum comentário

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O 4-3-3, esquema que voltou à moda no futebol mundial graças às excelentes atuações do Barcelona, tem sido muito bem aplicado no Corinthians pelo técnico Mano Menezes.

E surgiu como solução diante do São Paulo, na primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista, quando era preciso atacar para reverter uma desvantagem, sem dar espaços para os cruzamentos tricolores.

Desde então, o time não mudou mais de formação, com Jorge Henrique e Dentinho exercendo funções de alas, auxiliando os laterais na defesa e abrindo o jogo como pontas no ataque.

E muito desta estabilidade se deve às características destes dois jogadores, vide que Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho tentaram, sem sucesso, repetir a fórmula. A ambos faltaram atacantes no elenco com capacidade para defender.

Com os títulos de 2009, novamente, o 4-3-3 rende vitórias ao Timão. Já havia sido assim em 1990, com Nelsinho Baptista (Campeonato Brasileiro), e em 2002, com Carlos Alberto Parreira (Torneio Rio-São Paulo e Copa do Brasil).

Além dos pontas, as três equipes contavam com um volante à frente da zaga, um segundo mais avançado pela direita, além de meia canhoto e centroavante.

Também em comum entre o time atual e o de 19 anos atrás, a necessidade de correr por um craque. Neto pouco se movimentava e muito raramente marcava, poupando fôlego para arrancadas rumo ao gol e passes de precisão milimétrica, além das mortais cobranças de falta e escanteio.

Hoje, os jogadores correm por Ronaldo, a quem cabe a tarefa de finalizar com a genialidade que o consagrou. O “custo/benefício”, já defendido por Nelsinho, hoje integra o discurso de Mano.

Acima, três equipes armadas neste esquema que, quando bem aplicado, rendeu importantes títulos ao Corinthians.

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por admin em 02.07.09 às 21h24 | Categoria Copa do Brasil, CorinthiansNenhum comentário
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chicao

O Corinthians é tricampeão da Copa do Brasil. Maior vencedor entre os paulistas.

É também heptacampeão nacional. Maior vencedor entre os brasileiros na era CBF (desde 1979) ou na “era moderna” do nosso futebol (desde 1971, com a criação do Campeonato Brasileiro).

Em cinco finais, três vitórias. Coincidentemente, de sete em sete anos (1995, 2002 e 2009).

Nesta última final, teria que levar mais três gols para perder o título, sendo a mais tranquila de todas. Os gols de Jorge Henrique e André Santos mataram o Internacional no empate em 2 a 2.

Nem o tragicômico DVD produzido por Fernando Carvalho, figura que cada vez mais se assemelha a “euricos” e “petraglias” da vida, conseguiu desestabilizar os alvinegros.

À parte, ironias do destino. O mesmo D’Alessandro, que, em 2003, fez firula, catimba e provocou a expulsão de dois corintianos, foi protagonista de cena vexante no Beira-Rio, descontrolando-se e tumultuando o espetáculo. E as atitudes refletem a decadência do meia também com a bola nos pés.

Em campo, na decisão, o Corinthians foi soberano. André Santos desequilibrou, justificando a titularidade na seleção brasileira. Provavelmente de partida, dificilmente terá um substituto à altura, que ataque e defenda com tamanha eficiência.

Sobre outros jogadores, algumas estatísticas falam por si.

Jorge Henrique nunca perdeu jogando pelo Corinthians.

Ronaldo perdeu uma única vez.

Cristian perdeu duas.

Elias e Douglas perderam três cada.

A dupla William e Chicão ainda não perdeu este ano.

Felipe dispensa dados. Afinal, milagres nunca são explicados com matemática.

Depois da derrota para o Sport na final da Copa do Brasil de 2008, foram apenas três derrotas com o time titular.

À diretoria, coube a manutenção e a qualificação do elenco. Os principais jogadores foram mantidos (a zaga é a mesma há 18 meses) e reforços importantes chegaram aos poucos para dar o padrão de jogo à equipe.

E tudo isso sob a batuta de Mano Meneses, que soube encaixar peça por peça e, por fim, ajustar um time que joga praticamente com quatro alas, deixando Ronaldo à vontade para fazer gols, com volantes e laterais atacando de surpresa. Além disso, implantou táticas de marcação e saída de bola com eficiência acima dos padrões nacionais.

Essa foi a receita para ganhar tudo neste semestre Brasil. Para o resto deste ano e 2010, os corintianos esperam uma evolução natural, não apenas do time, mas do clube, que mostra sua força no retorno às glórias.

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por admin em 18.06.09 às 11h16 | Categoria Corinthians5 Comentários

Ronaldo

Um jogão, corrido e repleto de alternativas! Assim foi o duelo entre os dois melhores times do país na atualidade. Campeões estaduais com méritos, Corinthians e Inter travaram um emocionante duelo no Pacaembu, na primeira partida válida pela final da Copa do Brasil. Os gols de Jorge Henrique e Ronaldo garantiram a vantagem paulista no 2 a 0 desta quarta.

Entre os heróis, Felipe. Mais uma vez, mostrou que é o melhor goleiro corintiano desde Dida. Com defesas espetaculares e intervenções seguras nas bolas altas, frustrou o ataque colorado, que tanto tentou o gol fora de casa. Sorte que Dunga dá preferência a jogadores de sua terra nas convocações.

Na defesa, três pendurados conseguiram uma proeza: marcar incessavelmente durante todo o jogo sem receber cartão. Chicão chegou a tirar o pé de uma dividida com Tyson. Cristian, perfeito na cabeça de área, fez vários desarmes, todos na bola. E Elias, com a vitalidade de sempre, abusou das faltas, mas foi favorecido pelo critério tolerante do árbitro, igualmente aplicado às duas equipes.

Pelas laterais, bons embates. Alessandro ficou preso, ora pela marcação de Marcelo Cordeiro, ora pela obrigação de anular Andrezinho e Taison. Já a aposta de Mano Meneses, Marcelo Oliveira, foi a grande surpresa da noite. Além de seguro na marcação, o volante improvisado fez grande jogada no primeiro gol.

O polivalente Jorge Henrique e o capitão William foram eficientes como sempre. Dentinho e Douglas deixaram a desejar desta vez. E o decisivo Ronaldo, que errou em quase todas as jogadas das quais participou e pouco marcou a saída de bola colorada, matou o jogo após um corte desconcertante no zagueiro. Mais um golaço para a galeria corintiana.

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por admin em 28.05.09 às 23h36 | Categoria Corinthians2 Comentários

Diante do Vasco, no Maracanã, mais uma vez, o adversário foi o segundo tempo. Cansado, o time novamente caiu de rendimento. Assim, cedeu o empate no 1 a 1 desta quarta-feira. Dentinho marcou após grande jogada de Jorge Henrique. E William, na tentativa de bloquear Rodrigo Pimpão, fez contra.

Bom resultado à parte, fica a sensação de que algumas alterações surtem efeito de menos e outras  demais para acontecerem tão tardiamente.

Boquita tem entrado perdido. É possível notar que o meia, apesar do bom toque de bola, em muitas jogadas, não sabe onde posicionar-se. Em vez de preencher espaços vazios, parte para cima de adversários já marcados e abre brechas para passes em profundidade.

Já o atacante Otacílio Neto vem sendo o grande injustiçado do time neste ano. Atuou bem em todas as vezes que entrou no decorrer da partida. Ontem, só foi a campo aos 30 minutos do segundo tempo. E quase decidiu o jogo ao dar uma passe para Elias, que perdeu o gol na pequena área.

A vaga para a final será decidida no Pacaembu, com os retornos de Ronaldo ao Corinthians e Carlos Alberto ao Vasco.

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por admin em 21.05.09 às 18h34 | Categoria CorinthiansNenhum comentário

Na noite de quarta-feira, o Corinthians superou o Fluminense e o cansaço. Com gols de Chicão e Jorge Henrique, a classificação foi praticamente assegurada ainda no primeiro tempo.

O susto na etapa final, com o empate carioca, se deu por conta de um evidente desgaste físico dos atacantes, que tiveram dificuldades para puxar contra-ataques e manter a posse de bola no campo adversário.

No entanto, Mano Meneses resolveu o problema com as entradas de Boquita e Morais. No fim, Diego ainda deu suporte à zaga.

Na próxima fase, virá o Vasco, mais um adversário que teve tempo livre após o estadual. A boa lembrança fica por conta de 1995, quando o confronto ocorreu também na semifinal e o Timão venceu as duas.

No Maracanã, 1 a 0, com gol de Marcelinho. No Pacaembu, 5 a 0, com três gols de Viola, outro de Souza e um contra do vascaíno Ricardo Rocha.

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por admin em 14.05.09 às 10h15 | Categoria Copa do Brasil, Corinthians1 Comentário

Ronaldo

Por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil, o Corinthians saiu na frente do Fluminense no Pacaembu.

Há quem diga que a vitória por 1 a 0, com gol de Dentinho, foi magra e que muitas chances foram desperdiçadas.

No entanto, nenhuma delas ao estilo “gol feito”. Foram chutes e defesas normais, assim como a superioridade de um time que joga em casa contra um adversário que pouco mostrou até aqui. Portanto, não vejo motivo para lamentações.

Animadoras foram novamente as atuações de Cristian e André Santos, que hoje jogam acima da média do limitado futebol brasileiro.

O volante é o coração do time. Desarma com precisão, sem fazer faltas, desde os mais velozes até os mais habilidosos adversários. E sai para o ataque como pouquíssimos na posição.

Já o lateral-esquerdo desequilibra por onde joga. Quando recebe na ponta ou no meio tende a criar mais que os atacantes. Na parte defensiva, seu ponto fraco em 2008, vem atuando muito bem. Inclusive, fazendo uso do bom porte físico.

Contudo, diante da equipe carioca, preocupante foi o péssimo aproveitamento de algumas situações de jogo.

Alessandro, por exemplo, chegou por diversas vezes, com liberdade, à linha de fundo. E errou praticamente todos os cruzamentos.

Elias, o “homem surpresa”, teve quatro chances para chutar de frente para o gol. Uma foi defendida pelo goleiro e as outras três pelos torcedores na arquibancada.

E foram mais de 15 escanteios sem que ao menos um levasse perigo à meta de Fernando Henrique.

No Maracanã, o Corinthians se classifica com vitória, empate e derrota por um gol de diferença caso marque também. Se perder por 1 a 0, teremos pênaltis.

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por admin em 11.05.09 às 16h49 | Categoria Corinthians2 Comentários

Em nome da Copa do Brasil e de uma vaga na Taça Libertadores em 2010, nove titulares foram poupados na derrota diante do Inter, por 1 a 0, no Pacaembu.

Como, na próxima quarta-feira, o Timão encara o Fluminense, o jogo de domingo valeu mais pela oportunidade de avaliar novas promessas.

Uma delas é Jucilei, vindo do Corinthians Paranaense com fama de volante que também sabe atacar. Na estréia, o jogador participou de lances capitais da partida.

À frente, quase marcou após cortar dois adversários. Na defesa, deu liberdade para D’Alessandro lançar Nilmar no gol colorado.

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