por admin em 09.07.09 às 22h00 | Categoria Brasileirão 2009, Copa do Brasil, Corinthians, Jogadores, TimeNenhum comentário

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O 4-3-3, esquema que voltou à moda no futebol mundial graças às excelentes atuações do Barcelona, tem sido muito bem aplicado no Corinthians pelo técnico Mano Menezes.

E surgiu como solução diante do São Paulo, na primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista, quando era preciso atacar para reverter uma desvantagem, sem dar espaços para os cruzamentos tricolores.

Desde então, o time não mudou mais de formação, com Jorge Henrique e Dentinho exercendo funções de alas, auxiliando os laterais na defesa e abrindo o jogo como pontas no ataque.

E muito desta estabilidade se deve às características destes dois jogadores, vide que Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho tentaram, sem sucesso, repetir a fórmula. A ambos faltaram atacantes no elenco com capacidade para defender.

Com os títulos de 2009, novamente, o 4-3-3 rende vitórias ao Timão. Já havia sido assim em 1990, com Nelsinho Baptista (Campeonato Brasileiro), e em 2002, com Carlos Alberto Parreira (Torneio Rio-São Paulo e Copa do Brasil).

Além dos pontas, as três equipes contavam com um volante à frente da zaga, um segundo mais avançado pela direita, além de meia canhoto e centroavante.

Também em comum entre o time atual e o de 19 anos atrás, a necessidade de correr por um craque. Neto pouco se movimentava e muito raramente marcava, poupando fôlego para arrancadas rumo ao gol e passes de precisão milimétrica, além das mortais cobranças de falta e escanteio.

Hoje, os jogadores correm por Ronaldo, a quem cabe a tarefa de finalizar com a genialidade que o consagrou. O “custo/benefício”, já defendido por Nelsinho, hoje integra o discurso de Mano.

Acima, três equipes armadas neste esquema que, quando bem aplicado, rendeu importantes títulos ao Corinthians.

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por admin em 02.07.09 às 21h24 | Categoria Copa do Brasil, CorinthiansNenhum comentário
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chicao

O Corinthians é tricampeão da Copa do Brasil. Maior vencedor entre os paulistas.

É também heptacampeão nacional. Maior vencedor entre os brasileiros na era CBF (desde 1979) ou na “era moderna” do nosso futebol (desde 1971, com a criação do Campeonato Brasileiro).

Em cinco finais, três vitórias. Coincidentemente, de sete em sete anos (1995, 2002 e 2009).

Nesta última final, teria que levar mais três gols para perder o título, sendo a mais tranquila de todas. Os gols de Jorge Henrique e André Santos mataram o Internacional no empate em 2 a 2.

Nem o tragicômico DVD produzido por Fernando Carvalho, figura que cada vez mais se assemelha a “euricos” e “petraglias” da vida, conseguiu desestabilizar os alvinegros.

À parte, ironias do destino. O mesmo D’Alessandro, que, em 2003, fez firula, catimba e provocou a expulsão de dois corintianos, foi protagonista de cena vexante no Beira-Rio, descontrolando-se e tumultuando o espetáculo. E as atitudes refletem a decadência do meia também com a bola nos pés.

Em campo, na decisão, o Corinthians foi soberano. André Santos desequilibrou, justificando a titularidade na seleção brasileira. Provavelmente de partida, dificilmente terá um substituto à altura, que ataque e defenda com tamanha eficiência.

Sobre outros jogadores, algumas estatísticas falam por si.

Jorge Henrique nunca perdeu jogando pelo Corinthians.

Ronaldo perdeu uma única vez.

Cristian perdeu duas.

Elias e Douglas perderam três cada.

A dupla William e Chicão ainda não perdeu este ano.

Felipe dispensa dados. Afinal, milagres nunca são explicados com matemática.

Depois da derrota para o Sport na final da Copa do Brasil de 2008, foram apenas três derrotas com o time titular.

À diretoria, coube a manutenção e a qualificação do elenco. Os principais jogadores foram mantidos (a zaga é a mesma há 18 meses) e reforços importantes chegaram aos poucos para dar o padrão de jogo à equipe.

E tudo isso sob a batuta de Mano Meneses, que soube encaixar peça por peça e, por fim, ajustar um time que joga praticamente com quatro alas, deixando Ronaldo à vontade para fazer gols, com volantes e laterais atacando de surpresa. Além disso, implantou táticas de marcação e saída de bola com eficiência acima dos padrões nacionais.

Essa foi a receita para ganhar tudo neste semestre Brasil. Para o resto deste ano e 2010, os corintianos esperam uma evolução natural, não apenas do time, mas do clube, que mostra sua força no retorno às glórias.

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por admin em 14.05.09 às 10h15 | Categoria Copa do Brasil, Corinthians1 Comentário

Ronaldo

Por uma vaga na semifinal da Copa do Brasil, o Corinthians saiu na frente do Fluminense no Pacaembu.

Há quem diga que a vitória por 1 a 0, com gol de Dentinho, foi magra e que muitas chances foram desperdiçadas.

No entanto, nenhuma delas ao estilo “gol feito”. Foram chutes e defesas normais, assim como a superioridade de um time que joga em casa contra um adversário que pouco mostrou até aqui. Portanto, não vejo motivo para lamentações.

Animadoras foram novamente as atuações de Cristian e André Santos, que hoje jogam acima da média do limitado futebol brasileiro.

O volante é o coração do time. Desarma com precisão, sem fazer faltas, desde os mais velozes até os mais habilidosos adversários. E sai para o ataque como pouquíssimos na posição.

Já o lateral-esquerdo desequilibra por onde joga. Quando recebe na ponta ou no meio tende a criar mais que os atacantes. Na parte defensiva, seu ponto fraco em 2008, vem atuando muito bem. Inclusive, fazendo uso do bom porte físico.

Contudo, diante da equipe carioca, preocupante foi o péssimo aproveitamento de algumas situações de jogo.

Alessandro, por exemplo, chegou por diversas vezes, com liberdade, à linha de fundo. E errou praticamente todos os cruzamentos.

Elias, o “homem surpresa”, teve quatro chances para chutar de frente para o gol. Uma foi defendida pelo goleiro e as outras três pelos torcedores na arquibancada.

E foram mais de 15 escanteios sem que ao menos um levasse perigo à meta de Fernando Henrique.

No Maracanã, o Corinthians se classifica com vitória, empate e derrota por um gol de diferença caso marque também. Se perder por 1 a 0, teremos pênaltis.

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por admin em 10.06.08 às 22h56 | Categoria Copa do Brasil, CorinthiansNenhum comentário
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Eu querendo escrever um texto alegre, mas infelizmente não me deixam. Essa última semana tem sido de sofrimentos e decepções. Não quero nem perder muito tempo falando sobre a falta de ingressos para a torcida corintiana, porque corro o risco de ser processado pelos pernambucanos pelo o que eu poderia escrever aqui.

Quem eles pensam que são? 950 ingressos é palhaçada. Irresponsáveis!!! Os vôos já estão fretados, já existem torcedores corintianos lá em Recife. Imagine o que poderá acontecer, lembrando o episódio do jogo Náutico X Botafogo (não quero dizer nada sobre a polícia pernambucana pelo medo já mencionado acima).

Na coletiva de imprensa do presidente corintiano Andrés Sanchez e do vice-presidente de futebol do Timão, Mário Gobbi Filho, ambos temem também pelo que poderá acontecer nos arredores do estádio ” La Bombonilha” (hunf!!!). O Corinthians não está pedindo gentileza nenhuma, apenas querendo seus direitos. É uma obrigação do Sport.

Time pequeno do Sport. Pensam que são grandes… grandes arrogantes (pra também não dizer outra coisa pelo medo mencionado no primeiro parágrafo). Mas como também disse lá em cima, eu vou conseguir escrever um texto alegre ainda nesta semana. Porque a nossa torcida está espalhada por todo o Brasil. Todos juntos em um pensamento positivo.

Milhões em ação, pra frente Corinthians, salve o Coringão. (Acho que já ouvi isso em algum lugar…)

Até o jogo Nação!!! NÃO PÁRA, NÃO PÁRA, NÃO PÁRA… VAI PRA CIMA TIMÃO!!!

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