Quanto vale o show?, diz Jota Quest

Quanto vale o show? Quanto vale o amor? Quanto vale a dor? Quanto vale a culpa? Questionamentos de valores feitos por Rogério Flausino (vocal), Marco Túlio (guitarra), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria) e Márcio Buzelin (teclado), em La Plata. A música é título do novo CD da banda mineira Jota Quest que se apresentou na Fantastic Chopperia, no dia 5 de dezembro.
Quem esteve presente pode ver que os caras continuam mandando muito bem e que são feras do Pop Nacional. Com 15 anos de estrada, a banda continua com muita energia e carisma, além de sempre trazer em suas músicas mensagens positivas.
A estrutura do show merece destaque. Um telão de alta definição, com 50 metros quadrados, exibe o conteúdo exclusivo desenvolvido pelo design Muti Randolph. Na primeira parte do show, o telão exibe informações e imagens relativas às músicas. Já na segunda parte do show, o telão é apagado e com um grande jogo de luzes e efeitos. O projeto grandioso de vídeo e um novo tipo de iluminação criam situações gráficas e de estilo retrô.
Do novo disco, destacaram-se La Plata, So Special e a balada Vem Andar Comigo. Mas, além das músicas do novo álbum, o repertório trouxe também antigos sucessos, como De Volta ao Planeta, Na Moral, Dias Melhores, Encontrar Alguém, Do seu Lado, Além do Horizonte e Fácil.
O novo trabalho traz a primeira parceria do Jota Quest com o jornalista, escritor e produtor Nelson Motta (na faixa Ladeira), além da participação do músico Ashley Slayer, trombonista e ex-membro da banda Freak Power – na qual também tocava Norman Cook, o DJ mundialmente conhecido como Fatboy Slim, em So Special.














