Da série: ” Casais feios que não gostaríamos de ver”, eis que:
Menina gordinha do Carrossel casa com o cara do Meat Loaf
“Eu sou tão romântica” - declarou o paquiderme durante a cerimônia.
Da série: ” Casais feios que não gostaríamos de ver”, eis que:
Menina gordinha do Carrossel casa com o cara do Meat Loaf
“Eu sou tão romântica” - declarou o paquiderme durante a cerimônia.
Tá estressado? Precisando de férias para relaxar? - Então, seus problemas abacaram! - ( Desculpa pelo trocadalho do carilho à la C & P )
Pois é, bem-vindo a cidade que todo mundo já foi convidado a conhecer.

Se não tiver veículo próprio, dá até pra ir de ônibus.
“Puta que pariu, a cidade que você adoraria mandar o seu chefe!” (o sloogan é meu! ok?)
Em breve, numa agência de viagens perto de você.
Por J. Pinho
Se você é jovem, maior de 18 anos, concluiu o Ensino Médio e, com toda certeza, não sabe o que quer da vida, ainda está repleto de dúvidas sobre qual faculdade irá cursar e sua única motivação para acordar, dia após dia, é ficar bem “louco” com a “rapaziada”. Bem, neste caso temos uma dica: a Universidade de Oaksterdam, na Califórnia, pode estar te esperando.
Inaugurada no ano passado pelo magnificente Richard Lee, o lugar é primordial para quem pretende se aprimorar no ramo comercial de “cannabis sativa”, a popular maconha. Do plantio à cultivação da planta, de receitas culinárias ao gerenciamento de lojas, de como se portar durante uma “batida” policial ao controle medicinal da erva em pacientes; tudo isso, e muito mais, é transmitido aos alunos em sala de aula.
Com o certificado de Oaksterdam, você estará apto para trabalhar numa das indústrias mais prósperas da Califórnia. O Estado foi o primeiro, entre 12 territórios americanos, a legalizar o uso terapêutico da maconha e hoje conta com mais de 300 estabelecimentos registrados neste setor. “A minha idéia é tentar profissionalizar esta indústria, levando-a a sério, assim como fazem com a da cerveja ou com a das destilarias”, afirmou Lee, que no último ano assinou cerca de 60 diplomas dos estudantes recém- formados.
Claro que o assunto dá pano pra manga e gera discussões. Em recente entrevista à Associated Press, Michael Chapman, chefe da divisão em São Francisco da agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas (DEA), afirmou estar ciente da existência da Universidade, mas não vê motivos legais para fechar a Instituição. Prefere correr atrás de “transgressores mais significativos”.
Indiferente à polêmica, a Oaksterdam, batizada com o resultado da mistura aglutinada de Oakland com Amsterdam, na Holanda, disponibiliza três módulos de cursos para seus alunos, todos com duração de 13 semanas e duas horas-aulas durante os fins-de-semana:
Para os interessados, há vagas no próximo módulo do Curso Básico, que se inicia no dia 21 de junho. Então, é só tirar o visto de estudante e embarcar para Oakland. Garanto que seus pais iriam adorar se você passasse no vestibular da Universidade da Maconha – provavelmente iriam chorar, de tanto rir, na sua festa de formatura. Principalmente se comerem algum bolo preparado por seus colegas de turma durante a cerimônia.
* Obs.: Acho que o Beira-Mar seria um verdadeiro PhD nas disciplinas de “Distribuição” e ” Cannabusiness”, já o D2 poderia dar aulas de “Horticultura” e “Culinária”.
Na festa de lançamento da edição deste mês da revista “playboy”, na qual é capa, Andressa Soarez, a mulher melância e phd em neuro-cirurgia, respondeu às supostas críticas de Carla Perez, ex- É o tchan e ganhadora de 3 Prêmios Nobel.
Segundo entrevista recente, Carla afirmou que a bunda não é o único atributo para o sucesso no meio midiático. ” Tem que ter cabeça”, concluiu a loira. ( hehehehe, olha o que ela disse!)
Então, certa de que a carapuça lhe serviria, melância lançou: ” Eu procuro falar tudo certinho. Pelo menos não escrevo escola com a letra i ” - citando a maravilhosa participação ao vivo de Carla no programa ¨Fantasia¨ do Sbesteira.
Obs.: Sei, é totalmente Tv Fama. Mas como o Eistein não brigou com o Newton, tentei descrever um conflito das mesmas proporções

Assumiu, na última segunda-feira, no município de Pau D’Arco ( isso mesmo!), em Piauí, ao cargo de vereadora, a professora Carmem Lúcia Portela Santos - mais conhecida como a vereadora de um voto só.
O que parecia impossível aconteceu - e a posse de mais um célebre político brasileiro se deu por conta de fatos inusitados: a cassação por infidelidade partidária do titular do cargo Miguel Abreu do Nascimento e o falecimento do suplente direto Reginaldo Souza Santos.
A piada ( ops, a cerimônia de posse ) gerou constrangimento para a vereadora quando levantaram a hipótese de quem possivelmente não teria votado nela, já que é casada. Então, para justificar o vacilo do maridão, disse:”As pessoas erram. Acho que alguns votos foram anulados. Não é possível que não tive o voto nem do meu esposo”.
Pelo visto, Carmem consegui uma cadeira na Câmara Municipal, enquanto seu cônjuge arrumou várias noites de sono no sofá da sala.

Garanto que essa foi uma dúvida que me atormentou o mês passado inteiro. Por isso bolei uma hipotética pesquisa de campo, na qual apostaria que 99,99% dos brasileiros responderiam à minha pergunta de forma positiva: “Sim! Claro, a floresta é nossa!” — o que, de fato, traduziria as próprias palavras do presidente Lula, ditas durante o lançamento do Plano da Amazônia Sustentável (PAS). Na ocasião, Lula declarou que quem decide os rumos da Amazônia é o Brasil.
Dias depois, em seu discurso de abertura no 20º Fórum Nacional, realizado no BNDES, o presidente reforçou seu ponto de vista, porém de forma mais enérgica: “A Amazônia tem dono sim. São os índios, os seringueiros, os pescadores, mas também somos nós, que temos consciência que é preciso diminuir o desmatamento e as queimadas.”
Ainda numa provável enquete, diria que os mesmo 99,99% dos brasileiros acreditariam que uma “exploração responsável” à região poderia trazer benefícios exorbitantes à humanidade, obviamente que com lucros astronômicos ao Brasil — o que também iria de acordo com a atual posição do nosso governo, explicitada no lançamento do PAS.
Agora, será que essas minhas supostas enquetes teriam os mesmos resultados se fossem realizadas fora do País? — “Claro que não!” Ainda no mês passado, o New York Times publicou uma matéria citando órgãos internacionais e políticos estrangeiros que negam a autonomia brasileira na região amazônica. Até o AL Gore, ex-candidato à Casa Branca e queridinho dos ambientalista de Hollywood, foi citado como adepto dessa teoria.
O tema ganhou dimensões gigantescas após ser temperado com a renúncia, ainda obscura, da Senadora Marina Silva do cargo de Ministra do Meio Ambiente. Para o lugar de Marina, Carlos Minc assumiu a pasta, e logo a princípio fez diversas exigências ao governo. Então, veio-me à cabeça: por que será que tanta gente se interessa pela nossa Amazônia? — Desta vez larguei o chutômetro e fui atrás do que a região - tirando o sentimento patriotista — representaria em números para o Brasil.
De concreto, a Amazônia, em seus 5 milhões de quilômetros quadrados, possue um terço das florestas tropicais do Planeta, a maior bacia hidrográfica e a maior biodiversidade (fauna e flora) do mundo, reservas gigantescas de ferro, bauxita, cassiterita, urânio, diamante e inúmeros outros minerais. Resumindo: todas essas riquezas são incalculáveis. Porém, alguns estudos, talvez os menos otimistas, citam lucros anuais na casa dos 2 trilhões de dólares, se de modo “responsável” explorássemos a região.
Com essas cifras em jogo, você provável já está se babando para saber quando nos fartaremos com essa dinheirama. Muita calma, as coisas não são bem assim. Historicamente nossa realidade é outra. Ao analisarmos os termos “exploração” e “responsável”, vemos que nunca conseguimos combinar esses dois fatores. A Mata Atlântica agoniza em seus míseros 5% de território natural, deu lugar a megalópoles como São Paulo e Rio, situação só menos preocupante que a da Floresta da Araucária, onde menos de 1% da vegetação original ainda sobrevive no Sul do País. O desmatamento da Amazônia bate recordes freqüentes, por ano é devastada uma área do tamanho dos Países Baixos.
Com todo esse nosso belo histórico em proteção ambiental – é compreensivo, no mínimo, que a comunidade internacional e ambientalistas de plantão preocupem-se com mais um plano sobre sustentabilidade e/ou “exploração” amazônica. Mas será que os gringos só querem mesmo proteger a nossa selva? Estranho! Ainda mais se levarmos em conta que os países mais desenvolvidos do mundo simplesmente pulverizaram seus recursos naturais ao longo dos dois últimos séculos.
Há uma corrente apocalíptica, dentro do próprio Brasil, que prega que devemos lutar pela região — citam que crianças americanas, em suas aulas de geografia, são alfabetizadas com a Amazônia sendo considerada área de preservação, propriedade do mundo, não do Brasil. Pela internet circulam e-mails, remetidos por supostos funcionários públicos, que teriam horário para transitar pelas estradas de Rondônia, Acre ou Roraima, enquanto estrangeiros teriam livre acesso, relatam o difícil contato com os índios, que falam inglês, japonês, alemão, etc — tudo, menos português. Boatos? Talvez!
Enquanto isso, fora do País, agências de viagens promovem excursões pelos rios amazônicos em slogans do tipo: “Conheça agora, antes que eles (nós) acabem com ela!”. No meio desse entrave é preciso ter bom senso. Se preservar a autonomia nacional é direito nosso — também não podemos abrir mão de órgãos internacionais que colaborem na proteção e fiscalização da região. — Afinal, ninguém confia em grandes latifundiários travestidos de políticos, certo?
Nessa suposta “guerra’ pela Amazônia, atrevo-me a dispensar até as enquetes para concluir que sabemos absolutamente nada sobre os benefícios da região. Isso mesmo! Nem ao menos conhecemos a floresta de forma razoável. Aí, garanto que eu, o Lula, o Mangabeira, o Minc, a Marina, o Al Gore, os ambientalistas de plantão, o NYTimes, a comunidade internacional, vocês (leitores), os brasileiros e os estrangeiros, concordamos em gênero, número e grau.
Obs.: Sei que o blog é humor! — é que, de repente, baixou o jabor.