por Evandro Ribeiro em 28.07.08 às 16h14 | Categoria São Paulo1 Comentário

Era jogo para vencer, continuar forte na briga pelo título e pela vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem. E o São Paulo conseguiu, neste domingo, se manter firme na luta. Mas suou. De virada, venceu a Portuguesa, no Morumbi, por 3 a 1, depois que Hugo e Dagoberto acordaram na partida.

Buscando alternativas para suprir as ausências de Hernanes, Miranda e Alex Silva, o treinador Muricy Ramalho inovou. Escalou o jovem zagueiro Aislan, de 20 anos, no lugar de Juninho, que havia falhado muito na partida contra o Internacional. No meio, colocou outro garoto, o volante Jean, de 22 anos. Joílson jogou na meia, enquanto Jorge Wagner foi recuado para a lateral esquerda. Começou com Aloísio, atacante de referência, na vaga do rápido Éder Luís.

Sem ter treinado a formação durante a semana, o time demorou para engrenar. A primeira chance clara de marcar apareceu só aos 28 minutos, com Hugo, de cabeça. Sérgio defendeu. Primeira e única oportunidade no primeiro tempo.

“Faltou movimentação, não conseguimos chegar à frente”, reconheceu Jorge Wagner no intervalo. O time se ressentiu da dificuldade de chegada ao ataque do ala convertido em lateral-esquerdo e principal garçom da equipe - cinco assistências no Campeonato Brasileiro e 15 na temporada.

A Portuguesa se aproveitou da apatia são-paulina logo a três minutos do segundo tempo. O ex-santista Jonas fez um cruzamento da direita, a bola ainda quicou uma vez na pequena área de Rogério Ceni sem que ninguém conseguisse afastar até que Edno aproveitou, de cabeça, e anotou: 1 a 0.

O gol acordou o São Paulo, que resolveu buscar o ataque com mais força. Muricy colocou Éder Luís aberto na ponta esquerda e Dagoberto na direita. Aos 16 minutos, o ex-jogador do Atlético Paranaense fez um cruzamento e encontrou Hugo no centro da área. Gol de cabeça, o de empate.

O jogo ganhou muito em movimentação. Ambos os times se alternavam no ataque. Até que o São Paulo chegou ao segundo gol aos 25 minutos. Hugo entrou na área trombando, foi desarmado, mas a bola sobrou para Dagoberto, que não perdoou: 2 a 1 - terceiro gol do atacante nos últimos quatro jogos.

Ainda deu tempo para Éder Luís marcar o seu, num chute de fora da área, também depois de jogada de Dagoberto. E a torcida são-paulina, enfim, respirou aliviada.

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por Evandro Ribeiro em 21.07.08 às 12h43 | Categoria São PauloNenhum comentário

O São Paulo entrou de vez na briga pelo título brasileiro. Busca sua sexta conquista na história, a terceira em seqüência. Com sofrida vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, neste domingo, os paulistas ficaram a apenas três pontos do líder Flamengo, que perdeu no Maracanã do Vitória por 1 a 0. Os resultados da rodada favoreceram o time do Morumbi, que se aproximou da liderança, mas ainda segue fora do G-4.

Rogério Ceni marcou pela primeira vez no Campeonato Brasileiro e Dagoberto, no fim, salvou o time de amargar um empate. Foi a terceira vitória seguida do São Paulo, que já esteve a nove pontos de distância do Flamengo. “Entramos de vez na briga e vamos ter o confronto direto com eles no Morumbi”, endossou Rogério Ceni.

Na quinta colocação, o time tricolor hoje perderia a vaga entre os times que vão para a Libertadores apenas nos quesitos de desempate: tem seis triunfos, um a menos que o Vitória.

Na próxima quarta-feira, o São Paulo tem um jogo-chave para suas pretensões na competição. Visita o Internacional, em Porto Alegre. “Jogo extremamente difícil. Se conseguirmos somar pontos lá, ficaremos muito bem no campeonato, pois o Flamengo joga fora (visita a Portuguesa) e o Grêmio também (o vice-líder enfrenta o Figueirense)”, analisou Rogério.

Ao entrar em campo, o São Paulo sabia da derrota do Palmeiras para o Goiás. Calculando que o Vitória não conseguiria bater o Flamengo no Maracanã (calculo que deu errado), bastava fazer bem seu dever para, após 12 rodadas, enfim estar entre os quatro melhores da competição, grupo dos times que estarão na Libertadores.

Tudo a favor, nada de perder tempo. A fome de bola era grande. O relógio marcava 18h06, quatro minutos antes do horário marcado e o pontapé inicial já era dado. Com pressa, mas organização, o São Paulo - Alex Cazumba, na vaga de Richarlyson era a surpresa - deixou o goleiro botafoguense Castillo e os torcedores cariocas assustados, tamanho o ímpeto inicial.

Em 12 minutos, foram boas chances desperdiçadas pelo São Paulo, com Triguinho salvando cabeçada de Zé Luís em cima da linha. O volante são-paulino ainda carimbaria o travessão e reclamaria de pênalti não marcado em Éder Luís.

Assustado, o time carioca levou 20 minutos para, enfim, começar a jogar bola. Tentava retomar o fôlego tocando a bola, cadenciando o jogo. De pé em pé, conseguiu duas boas finalizações. Eis que vem o castigo ao Botafogo, pelo momento no jogo, e, com atraso, a justiça ao São Paulo, pelo início arrasador. Cazumba, a aposta de Muricy Ramalho, recebeu na frente e, ao tentar driblar Castillo, foi derrubado. Pênalti. Rogério Ceni acertou no ângulo. “Merecemos pela boa apresentação na primeira etapa. Agora é só voltar com mais atenção”, disse o goleiro.

Mas quem mandou na fase final foi o Botafogo. E, com méritos, empatou, em chute de Carlos Alberto. No fim, porém, Dagoberto, sozinho na área, garantiu a festa no Morumbi em cabeçada certeira.

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por Evandro Ribeiro em 17.07.08 às 10h54 | Categoria São PauloNenhum comentário
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A torcida do São Paulo está feliz da vida. Tudo começou novamente a dar certo.

Com a autoridade de bicampeão, o Tricolor atropelou o Vitória, no Barradão, em Salvador. Sem fazer muito esforço, venceu por 3 a 1 e encurtou a distância para o líder Flamengo para seis pontos.

Para melhorar ainda mais o ânimo dos tricolores, o Santos, único rival paulista que tenta fazer frente ao São Paulo, já que Corinthians e Palmeiras, nos últimos anos, têm sido inexpressíveis, perdeu novamente e tem tudo para fazer companhia ao time do parque São Jorge na segundona. Se o Timão não subir, vai ter clássico na segunda divisão.

Os quatro desfalques não fizeram falta ao time de Muricy Ramalho, que tomou um susto no início da partida e depois dominou até o fim.

Alex Silva e Juninho deram conta do recado na defesa (Miranda e André Dias não jogaram), enquanto os velocistas Dagoberto e Éder Luís supriram as ausências de Borges e Aloísio e resolveram o jogo no segundo tempo.

“Iniciamos a competição ainda na Libertadores e isso atrapalha um pouco”, disse Muricy após o jogo. “Nosso início não foi bom, estamos nos ajeitando e vamos brigar pelo título”.

Durante os primeiros instantes, o Vitória enganou os 35 mil torcedores que foram ao Barradão. Partiu para cima e chegou a marcar aos 5 minutos, quando Dinei invadiu a área pela direita, foi na linha de fundo e cruzou para Marquinhos bater de primeira e vencer Rogério Ceni. Gol mal anulado pelo árbitro Sérgio da Silva Carvalho. O auxiliar Pedro Araújo, equivocadamente, apontou a saída da bola antes do cruzamento.

E aí acabou o ímpeto do Vitória. O time baiano morreu, não teve qualquer força para reagir no resto do jogo. O São Paulo, que aos poucos começa a repetir as boas atuações dos últimos anos, passou a jogar com tranqüilidade, apenas esperando um erro do time da casa.

A falha que os tricolores esperavam não demorou a acontecer. Aos 12 minutos, Hernanes recebeu na direita, teve tempo de olhar o posicionamento e mandar a bola na cabeça do camisa 18. Completamente livre, com os zagueiros do Vitória a metros de distância, Hugo subiu e fuzilou Viáfara: 1 a 0.

A vantagem do São Paulo deixou o jogo chato, sonolento. Entre um bocejo e outro, cruzamentos do meio-de-campo - sempre rebatidos pelas defesas ou dominados pelos goleiros - e chutes de longe que não assustaram ninguém. Melhor para os visitantes, que desceram para o vestiário vencendo por 1 a 0.

O segundo tempo começou no mesmo ritmo arrastado. O Vitória só levou perigo aos 10 minutos, quando Rogério fez duas grandes defesas em seqüência. Assim como no primeiro tempo, o time da casa morreu. E acabou sucumbindo diante da velocidade de Éder Luís e Dagoberto.

Sem Borges (machucado) e Aloísio (suspenso), os dois foram escalados juntos pela primeira vez no Brasileiro. Correram o jogo todo e foram premiados no fim do segundo tempo.

Aos 28, Dagoberto avançou pela esquerda, livrou-se do marcador e bateu forte. Belo gol do camisa 11, o primeiro dele na competição. Com 2 a 0, a partida já estava resolvida, mas ainda faltava o gol de Éder Luís. A 10 minutos do fim do jogo, o camisa 9 recebeu no círculo central e correu livre até tocar na saída de Viáfara: 3 a 0.

Houve tempo para Dinei descontar, mas não para ofuscar a vitória do São Paulo. Hernanes, que completou ontem seu 100.º jogo pelo clube do Morumbi, fez mais uma grande partida.

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por Evandro Ribeiro em 14.07.08 às 9h40 | Categoria Brasileirão 2008, São Paulo1 Comentário
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Enfim o São Paulo acertou novamente o bom futebol e trouxe alegrias à sua torcida.

Desta vez não teve gol de mão, gás no vestiário, pênaltis duvidosos. Lances polêmicos foram poucos, normais de jogo. Ao contrário dos três confrontos anteriores no ano, São Paulo e Palmeiras fizeram um disputado clássico neste domingo, no Morumbi, sem confusão nenhuma. Em campo, os donos da casa foram superiores, mereceram a vitória, por 2 a 1, e voltaram a sonhar com o título brasileiro. Somam agora 17 pontos Já o Palmeiras parou nos 18.

“Este é o São Paulo que dá gosto de se ver, jogando competitivamente”, analisou o goleiro e capitão Rogério Ceni. “Hoje (domingo) jogamos melhor que o Palmeiras”.

Durante a semana, jogadores e cartolas tiveram a preocupação em falar que o clássico prometia paz. As declarações vieram por causa das lembranças dos últimos jogos. No primeiro confronto de 2008, o Palmeiras venceu por 4 a 1, com três gols de pênalti, e teve o atacante Kléber envolvido em confusão com André Dias - acertou uma cotovelada no zagueiro e pegou três rodadas de gancho.

Na segunda partida, Adriano marcou um dos gols da vitória tricolor (2 a 1) com a mão. E na última vez em que se encontraram, o São Paulo reclamou que o rival jogou um misterioso gás no vestiário do Palestra Itália.

Diante de toda polêmica, a expectativa para o jogo era grande. Antes de a bola rolar, o clima foi de amizades entre os clubes no Morumbi. “Futebol é entretenimento”, disse João Paulo de Jesus Lopes, assessor da presidência do São Paulo. “Tivemos conversas importantes com o Belluzo (Luiz Gonzaga, diretor de planejamento do Palmeiras), para diminuir os ânimos mais quentes que havia entre os clubes, as torcidas. As diretorias conduziram bem esse processo e teremos uma boa partida”.

Não fosse o mau comportamento de alguns torcedores tricolores, que se envolveram em briga antes do jogo, o clássico não seria marcado por confusões. Dentro de campo, algumas jogadas mais ríspidas entre atletas e discussão entre eles, mas nada que não seja normal num jogo deste porte.

A partida valia muito. O São Paulo colocava a vitória como fundamental para a seqüência do time no campeonato, após uma derrota e um empate. O Palmeiras, um pouco melhor na tabela de classificação e vindo de duas igualdades, queria o triunfo para encostar na liderança.

Quando o árbitro Carlos Eugênio Simon encerrou o primeiro tempo, o placar de 1 a 0 favorável aos donos da casa não refletia o que fora o jogo. “Devíamos ter feito mais gols”, resumiu Jorge Wagner. O São Paulo foi muito superior ao adversário nos 45 minutos iniciais. Criou inúmeras chances de gol, tocava bola com facilidade. O Palmeiras parecia não ter entrado em jogo - assistia passivamente às jogadas rival, errava demais na defesa e não conseguia chegar ao ataque.

Em três minutos, Borges quase marcou dois gols - na primeira chance chutou para fora e, na segunda, Marcos defendeu. O goleiro palmeirense, ao contrário das últimas rodadas, não conseguiu salvar seu time. E quando Jorge Wagner cruzou pela esquerda, o número 12 alviverde pulou em vão e André Dias apareceu para fazer 1 a 0, aos 7 minutos.

O gol animou a torcida e os jogadores do São Paulo. Marcos sofreu um bombardeio durante toda a primeira etapa e só não foi mais vazado porque Hugo e Dagoberto insistiam em erram o alvo.

Após bronca de Vanderlei Luxemburgo no intervalo, o Palmeiras voltou um pouco mais ligado e atento no segundo tempo. Ainda era pouco para passar pela forte zaga tricolor. Rogério Ceni quase não teve trabalho durante todo o tempo, graças às boas atuações de Alex Silva e, principalmente, de André Dias.

Valdivia, mais uma vez, deixou a desejar e pouco fez em campo. Na frente, Alex Mineiro sentia-se perdido, já que a ligação entre meio-de-campo e ataque não funcionava. Kléber ainda tentava voltar para buscar a bola e desperdiçou no início da segunda etapa uma das poucas raras chances de gol que o Palmeiras criou.

O São Paulo se armou bem na defesa e no meio. Trabalhava bem a bola, chegava com facilidade. Éder Luis, que acabara de entrar no lugar do lesionado Borges, contou com um desvio em Jeci para fazer o segundo gol tricolor, aos 38 minutos. No fim, aos 48, Jeci ainda diminuiu para o Palmeiras na única vez em que o adversário falhou.

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por Evandro Ribeiro em 10.07.08 às 9h49 | Categoria São PauloNenhum comentário

A maior invencibilidade do Campeonato Brasileiro caiu, nesta quarta-feira, nos Aflitos. De virada, o São Paulo perdeu para o Náutico, no Recife, por 2 a 1, após uma série de oito duelos sem derrota e começa a tomar distância perigosa da ponta da tabela.

Com 14 pontos, o time paulista é o 8.º colocado. Ou seja: uma vitória contra o Palmeiras, no clássico de domingo, será mais do que necessária. E o Tricolor quer muito isso, ainda mais depois de ser eliminado pelo Verdão no Campeonato Paulista, com direito a gás de pimenta.

Contra o Náutico, a equipe paulista, ao menos, mostrou ter entendido os recados do técnico Muricy Ramalho. Em momento algum mostrou a apatia e o desinteresse evidentes no empate contra o Ipatinga (1 a 1) no domingo. Hernanes e Miranda, que supostamente estariam na categoria de ‘jogadores com a cabeça em outro lugar’, por negociarem com times europeus, mostraram concentração. O zagueiro, por apenas 15 minutos, já que deixou o gramado lesionado; o volante correu muito, fez jogada de craque e deu passe preciso para o gol são-paulino.

Hernanes pôde atuar com mais liberdade e foi um dos jogadores mais acionados na partida. Foi beneficiado pelo esquema montado por Muricy, que optou por escalar Richarlyson no meio, recuando Zé Luis para a zaga. O time ganhou mobilidade e sufocou o Náutico nos primeiros minutos.

Aloísio marcou de cabeça, aos 8, mas estava impedido e gol foi anulado. Borges, porém, recebeu bom cruzamento de Hernanes pouco depois e abriu o placar. Não houve tempo para comemorar. Três minutos depois, em cobrança de falta, a linha de impedimento são-paulina falhou e Radamés empatou.

Após o gol, o Náutico equilibrou a partida. Passou a ir mais ao ataque. Aos 12 minutos do segundo tempo, ratificou a vitória com Everaldo, que acertou um belo chute cruzado de fora da área.

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por Evandro Ribeiro em 07.07.08 às 19h46 | Categoria São PauloNenhum comentário
   

Após amargar um péssimo empate em casa contra o debilitado Ipatinga,  o técnico Muricy Ramalho não ficou apenas no discurso pós-jogo. Depois de afirmar que alguns jogadores do São Paulo não atuaram bem na partida porque estão pensando em uma possível transferência para a Europa, o treinador tratou de agir nesta segunda-feira.

Hernanes

O primeiro a ter uma conversa ao pé do ouvido com o técnico foi Hernanes. O volante interessa ao Barcelona, que já fez uma proposta de 11 milhões de euros (R$ 27,7 milhões), recusada pelo São Paulo. O papo rolou durante o treino desta segunda, no CT da Barra Funda. “O jogador confia nas pessoas erradas e paga um preço quando não se concentra. Este mês vai ser dose porque os caras estão com a cabeça em outro lugar”, afirmou Muricy. “O problema é que são apenas consultas, não existe motivo para se empolgar. As pessoas contam histórias para eles, e eu não. Eu conto a realidade. A verdade é que não tem nada oficial.”

Miranda e Alex Silva

O treinador não quis citar nomes, mas nem precisava. Além de Hernanes, os zagueiros Miranda e Alex Silva foram os outros alvos. Os três tiveram atuações irreconhecíveis no domingo. Alex Silva, que recebeu uma proposta do Wolfsburg, da Alemanha, se defendeu. “Eu estou concentrado no Brasileiro, até porque renovei meu contrato. Se fosse diferente, não estaria aqui. No ano passado, foi a mesma coisa nesta época e eu fiquei. Eu nunca tiro o pé de dividida e me irrita esse negócio de especulação. Quando acabar este mês, tudo voltará ao normal.”

Zé Luiz
Para o volante Zé Luís, foi apenas uma coincidência o fato de os três jogadores mais desejados pela Europa terem tido uma atuação muito ruim no empate por 1 a 1, no Morumbi. “Há quatro ou cinco rodadas, ninguém tinha levantado essa situação. Por causa de um jogo em que o time todo não esteve bem, começam a falar. Mas todos estão concentrados para fazer o melhor. Estamos no São Paulo e ninguém está iludido com qualquer situação.”

Muricy espera que a janela de transferência para a Europa se feche rapidamente. “Este será um mês difícil para trabalhar. Não sou o único que vou sofrer”, lamenta. O treinador, porém, não vai aceitar a situação sem fazer nada. “Não preservo ninguém. Se o jogador está jogando bem, continua no time. Se não estiver, sai. Sou técnico do São Paulo e eles têm de jogar. Estão recebendo do São Paulo e têm de trabalhar duro”.

 

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