Novamente……………………
Outra vez……………………
Denovo……………………………………..
CAMPEÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÕOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO………………..
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Outra vez……………………
Denovo……………………………………..
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Acabou. Nem os mais otimistas dos secadores acreditam mais que São Paulo possa deixar escapar mais essa conquista do Brasileirão. No entanto, mais surpreendente que o feito do Tricolor ser hexa, sendo tri seguido, é a recuperação demonstrada pela equipe. Já no segundo turno, o São Paulo chegou a estar 11 pontos atrás do ‘amarelo’ Grêmio, e hoje, cinco pontos à frente, em uma das maiores, senão a maior, recuperação de um time em tão curto tempo dentro de um campeonato.
Para uma equipe que anos atrás era tido como ‘pipoqueira’, esse campeonato coloca o São Paulo como o time da recuperação, além de confirmar a posição de equipe mais vencedora e organizada do futebol nacional, e uma das maiores do mundo. O São Paulo há cinco anos é o melhor time de Brasil e está entre os dez melhores do mundo.
Agora é só encomendar o caneco e correr para a comemoração no Morumbi. Quem quiser ir a festa e ainda não tem ingresso, boa sorte na negociação com os cambistas. Eles têm metade dos ingressos já vendidos e com vitória contra o Vasco, o preço acaba de subir. É a lei da oferta de da procura.
Palmeirenses, corintianos e santistas já têm o programa preferido de domingo: torcer para o Vasco. É até irônico o futebol, mas até mesmo o maior rival do Vasco, o Flamengo, vai torcer pelos comandados por Renato Gaúcho, só assim podem sonhar ainda com o título. Todos contra a gigante hegemonia que o Tricolor paulista esta adquirindo no futebol brasileiro nos últimos anos.
Santistas, que já foram espancados em São Januário, prometem torcer ‘até a morte’ para que a viúva de Romário, prestes a ir para a 2° divisão, tire uns pontinhos do São Paulo e ajudem o Grêmio. Corintianos e palmeirenses vão fazer o mesmo.
Os secadores de plantão só esquecem que, além de torcerem para um difícil tropeço tricolor (esse time do Vasco é o mais fraco dos últimos anos), ainda têm outra tarefa difícil, acreditar que o tricolor gaúcho vença todos os seus confrontos. Missão complicada, pois o time do Grêmio deixa muito a desejar e já foi além das expectativas.
Entretanto, ainda há esperanças para os que não agüentam mais ver o São Paulo conquistar títulos importantes todos os anos. Secar é a solução, já que seus times não têm condições de fazer algo e há muito tempo não fazem nem sombra ao todo poderoso São Paulo.
Santistas, torcedores do time mediano que deve lutar para não cair até o fim do Brasileirão, Corinthianos, torcedores da classe menos privilegiada da população e que acham que são os melhores porque ganharam a segunda dvisão, e palmeirenses, torcedores do time que não ganha um título importante há anos, podem tremer na base, Adriano, o imperador, deve voltar ao São Paulo no próximo ano e novamente devemos ter uma temporada de hegemonia Tricolor.
O futuro de Adriano está cada vez mais longe do Inter de Milão. E pode estar perto do Tricolor. De acordo com o jornal italiano, “Corriere dello Sport”, o Imperador pode ser emprestado em janeiro para São Paulo. O Tricolor aparece como favorito para ter novamente o atacante, já que teve Adriano por seis meses no início deste ano. O Imperador voltou à boa forma, foi o destaque do time no Paulista e na Libertadores e depois retornou para o Inter sob elogios.
Porém, o técnico José Mourinho perdeu a paciência depois que o jogador faltou o treino da última terça-feira, alegando gripe. O treinador já estava irritado com o atleta por causa de noitadas em Milão, que atrapalharam o desempenho do Imperador nos treinos.
Adriano está fora do time do Inter há quatro jogos, barrado por Mourinho. Nem no banco tem ficado. Mas há a chance de o jogador ser relacionado para a partida com o Palermo, sábado.
Apesar da possibilidade de o Imperador voltar ao futebol brasileiro, o “Corriere” afirma que o interesse maior do Inter é envolvê-lo na negociação com o Atlético de Madrid para a contratação do argentino Sergio Agüero.
Adriano estará no Brasil na próxima semana para defender a seleção contra Portugal, na próxima quarta, em amistoso em Brasília.

Borges sabe fazer gols. Os números de sua carreira provam isso. Em 2005, fez 10 pelo União São João e 19 pelo Paraná. No Japão, em 2006, marcou 27 com o Vegalta Sendai. O atacante, porém, ainda não havia sido tão decisivo desde que chegou ao São Paulo. Marcou gols (foram 13 em 2007), mas em jogos de menor importância.
Agora, fez quatro nos últimos dois jogos, no momento em que o time mais precisava. “Estou vivendo um momento bastante especial É uma das melhores fases no São Paulo e também na minha carreira. Tenho trabalhado muito, pude dar algumas assistências e agora estou mais feliz ainda por fazer os gols necessários”, afirmou o camisa 17, que marcou na vitória sobre o Internacional e fez mais três no triunfo sobre a Portuguesa.
No duelo do Canindé, Borges herdou o terceiro gol da equipe que havia sido anotado para Zé Luis. Na jogada, o volante desviou de cabeça cobrança de escanteio de Dagoberto e, antes de a bola entrar, o atacante empurrou para dentro do gol de Gottardi.
O jogador revelou que foi mais do que atendido na oração que fez antes da partida no Canindé. “Nas minhas orações, pedi para fazer dois gols e assim ajudar o São Paulo a conquistar uma importante vitória. Felizmente, eu fui abençoado por Deus com mais do que havia pedido”.
Com os três gols, o atacante chegou a 12 gols no Campeonato Brasileiro. E poderia estar na briga pela artilharia com Kléber Pereira, Washington e Alex Mineiro caso não tivesse se machucado na temporada. Ele perdeu 11 jogos. Primeiro foi um problema no cotovelo. Depois, no tornozelo. “Acredito que se eu não tivesse me machucado duas vezes neste ano, poderia estar brigando pela artilharia”. Ele ainda cumpriu um jogo pela expulsão no clássico contra o Palmeiras, no Palestra Itália.
Fora da briga do ‘Chuteira de Ouro’, o atacante tem como alvo o título. Para isso, está se dedicando ainda mais. “Tenho procurado sempre fazer algo mais nos treinos. Estou fazendo fortalecimento e trabalho de finalização”.
A cabeça também está no lugar para ser decisivo nos quatro jogos que restam ao time para confirmar o título. O São Paulo, que soma 65 pontos, dois à frente do Grêmio, enfrenta Figueirense, Vasco, Fluminense e Goiás. “A mente tem que estar pronta para concentrar bem e ficar atento às dificuldades. Temos quatro finais e vamos nos focar nisso”, finalizou.
Com a possibilidade do São Paulo conquistar o tri-campeonato seguido do Brasileirão, e nos últimos 25 anos ter sido o time brasileiro mais vitorioso, com sobra para o segundo colocado, já tem torcedor tricolor pensando em mudar de time para ver se a emoção e gostinho do sofrimento voltam. Alternativas para aqueles que querem sofrer não faltam. Temos como boa opção o mediano Santos e o carente de títulos internacionais Corinthians, ou mesmo um jovem, mas promissor clube, como o Barueri.
Realmente, está sem graça torcer para o São Paulo. Dizem nos corredores da CBF que Ricardo Teixeira já andou falando que se o Tricolor faturar novamente o Brasileirão, no próximo ano ele já entrega a taça antes do inicio do torneio.
Contudo, o São Paulo corre um sério risco de deixar de ser o “Tricolor, clube bem amado”, para se tornar o mais odiado pelos rivais, afinal, ganha tudo e todos bons jogadores querem treinar na Barra funda.
O que uma ótima vitória não faz. Os são-paulinos confiam que ainda poderão driblar os números e ficar com o título brasileiro, o que seria um inédito tricampeonato. Segundo o matemático Tristão Garcia, o São Paulo tem apenas 3% de chance de ser o campeão, contra 43% do líder Grêmio e 34% do vice-líder Palmeiras, os seus principais concorrentes.
“Não tem de fazer contas nem torcer contra ninguém. Temos que vencer os nossos jogos”, avisou o técnico Muricy Ramalho. Segundo ele, se o São Paulo conseguir um bom aproveitamento nas 13 rodadas finais, será beneficiado pelos tropeços do rivais. “Quando você encosta no líder, existe uma preocupação natural dele. O campeonato está aberto, os times lá da frente vão tropeçar. Ninguém está fora da disputa.”
Atualmente, depois da vitória sobre o Flamengo no último domingo, o São Paulo ocupa o quinto lugar no Brasileirão. Está com 42 pontos, sete atrás do Grêmio. A distância é grande, mas os são-paulinos voltaram a acreditar no título depois dos resultados da última rodada, que teve derrota gremista para o Goiás.
O discurso de Muricy já contagiou o elenco são-paulino. A diferença de sete pontos para o Grêmio parece pequena ao ouvir Dagoberto falando. “A equipe se acertando agora, eu tenho certeza que podemos buscar o título, sim”, disse o atacante. “São 13 rodadas pela frente, temos que nos preocupar em fazer os nossos pontos. Não devemos pensar no Grêmio agora. Tomara que, no finalzinho, possamos ficar na frente de todos eles.”
Além de Grêmio, Palmeiras e São Paulo, o matemático Tristão Garcia ainda coloca Cruzeiro (8%), Botafogo (5%), Flamengo (3%), Vitória (2%), Sport (1%) e Coritiba (1%) entre os times que ainda têm alguma chance de título no Brasileirão.
Para se aproximar da ponta da tabela, o goleiro e capitão Rogério Ceni aposta no confronto direito com três equipes que ainda estão à frente do São Paulo. Entre os quatro que ocupam atualmente o G-4, os são-paulinos só não enfrentarão o Grêmio, para quem já perderam os dois jogos que fizeram no campeonato.
“Temos jogos contra Cruzeiro, Palmeiras e Botafogo. Times que não estão tão distantes como o Grêmio. Será muito importante vencer estas partidas”, avisou Rogério Ceni.
A ordem no Morumbi, no entanto, é pensar num jogo de cada vez. O próximo adversário é o Sport, domingo que vem, em Recife. Neste duelo, Muricy não poderá contar com o volante Jean, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Por outro lado, o atacante Borges, artilheiro do time na temporada (17 gols), poderá voltar após ficar fora contra o Flamengo devido contusão no tornozelo.
Para o volante Zé Luís, o time não pode mudar sua postura. “Não dá tempo para respirar. Temos que nos preparar para fazer um grande jogo contra o Sport. A pegada em campo precisa ser a mesma do começo ao fim”, disse o jogador, um dos titulares do São Paulo.
“Time sem garra, sem respeito, sem técnico.” Antes e durante a partida contra o São Paulo, os torcedores do Fluminense empunharam faixas, cruzes e caixões com o nome de cada um dos jogadores da equipe. Simularam um enterro, protestaram contra a má campanha no Campeonato Brasileiro depois da perda do título da Libertadores para a LDU. As feridas da derrota carioca continuam abertas. Mas a vitória de ontem pode ajudar muito a cicatrizá-las - os cariocas bateram os paulistas por 3 a 1, de virada, com três gols de Washington, mais uma vez o algoz dos são-paulinos.
Ambas as equipes foram para o campo desfalcadas e com times completamente distintos do último embate, há 78 dias, pelas quartas-de-final da Libertadores - também vencido pelo Flu por 3 a 1. O São Paulo se ressentia da ausência de Hernanes e Alex Silva, na seleção olímpica, Borges e Miranda, contundidos, e Dagoberto, suspenso.
O Fluminense, por outro lado, em meio a uma forte crise, não tinha Thiago Silva e Thiago Neves, também em Pequim, e Dodô, que pediu para ser liberado da partida a fim de recuperar a forma.
Os paulistas tentaram mostrar o futebol competitivo que levou o time ao grupo dos quatro melhores na última rodada. O técnico Muricy costuma insistir que a chave da vitória, mesmo em partidas fora de casa, está em correr alguns riscos. Seus comandados, porém, preferiram não arriscar muito. Até estiveram mais tempo no ataque. Ter maior posse de bola, contudo, não significa anotar gols.
O primeiro tempo foi insosso: os poucos torcedores cariocas que foram ao Maracanã não tiveram motivos para deixar de protestar. “Está complicado. Vamos escutar o que o professor tem a nos dizer no vestiário para ver o que podemos fazer”, disse o atacante André Lima no intervalo. “A verdade é que a gente precisa jogar mais”, admitiu o zagueiro André Dias.
Muricy deve ter gritado, esbravejado mesmo. Porque os jogadores voltaram com outra postura. Logo aos três minutos da segunda etapa, Hugo marcou o gol com um chute forte. Alívio. Mas não durou muito. Às vezes, o risco cobra seu preço logo cedo.
Sete minutos depois, Éder cometeu pênalti - duvidoso - em Romeu. Washington se encarregou de mandar a bola para a rede. Empate e a torcida do Fluminense, que era só reclamação, se incendiou e passou a incentivar o time. Coisas do futebol.
O incentivo das arquibancadas se refletiu no campo. Aos 17 minutos, em um contra-ataque, Tartá cruzou da esquerda e Washington fez mais um.
Enquanto o São Paulo tentava empatar, tomou o terceiro gol. Washington, impossível, não sossegou enquanto a bola não entrou depois de trapalhadas de Rogério Ceni e Rodrigo. O atacante já havia feito o São Paulo sofrer na Libertadores e agora foi o responsável por afastar ainda mais o adversário do líder. “Damos sorte contra eles”, reconheceu o carrasco são-paulino.
Era jogo para vencer, continuar forte na briga pelo título e pela vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem. E o São Paulo conseguiu, neste domingo, se manter firme na luta. Mas suou. De virada, venceu a Portuguesa, no Morumbi, por 3 a 1, depois que Hugo e Dagoberto acordaram na partida.
Buscando alternativas para suprir as ausências de Hernanes, Miranda e Alex Silva, o treinador Muricy Ramalho inovou. Escalou o jovem zagueiro Aislan, de 20 anos, no lugar de Juninho, que havia falhado muito na partida contra o Internacional. No meio, colocou outro garoto, o volante Jean, de 22 anos. Joílson jogou na meia, enquanto Jorge Wagner foi recuado para a lateral esquerda. Começou com Aloísio, atacante de referência, na vaga do rápido Éder Luís.
Sem ter treinado a formação durante a semana, o time demorou para engrenar. A primeira chance clara de marcar apareceu só aos 28 minutos, com Hugo, de cabeça. Sérgio defendeu. Primeira e única oportunidade no primeiro tempo.
“Faltou movimentação, não conseguimos chegar à frente”, reconheceu Jorge Wagner no intervalo. O time se ressentiu da dificuldade de chegada ao ataque do ala convertido em lateral-esquerdo e principal garçom da equipe - cinco assistências no Campeonato Brasileiro e 15 na temporada.
A Portuguesa se aproveitou da apatia são-paulina logo a três minutos do segundo tempo. O ex-santista Jonas fez um cruzamento da direita, a bola ainda quicou uma vez na pequena área de Rogério Ceni sem que ninguém conseguisse afastar até que Edno aproveitou, de cabeça, e anotou: 1 a 0.
O gol acordou o São Paulo, que resolveu buscar o ataque com mais força. Muricy colocou Éder Luís aberto na ponta esquerda e Dagoberto na direita. Aos 16 minutos, o ex-jogador do Atlético Paranaense fez um cruzamento e encontrou Hugo no centro da área. Gol de cabeça, o de empate.
O jogo ganhou muito em movimentação. Ambos os times se alternavam no ataque. Até que o São Paulo chegou ao segundo gol aos 25 minutos. Hugo entrou na área trombando, foi desarmado, mas a bola sobrou para Dagoberto, que não perdoou: 2 a 1 - terceiro gol do atacante nos últimos quatro jogos.
Ainda deu tempo para Éder Luís marcar o seu, num chute de fora da área, também depois de jogada de Dagoberto. E a torcida são-paulina, enfim, respirou aliviada.
O São Paulo entrou de vez na briga pelo título brasileiro. Busca sua sexta conquista na história, a terceira em seqüência. Com sofrida vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, neste domingo, os paulistas ficaram a apenas três pontos do líder Flamengo, que perdeu no Maracanã do Vitória por 1 a 0. Os resultados da rodada favoreceram o time do Morumbi, que se aproximou da liderança, mas ainda segue fora do G-4.
Rogério Ceni marcou pela primeira vez no Campeonato Brasileiro e Dagoberto, no fim, salvou o time de amargar um empate. Foi a terceira vitória seguida do São Paulo, que já esteve a nove pontos de distância do Flamengo. “Entramos de vez na briga e vamos ter o confronto direto com eles no Morumbi”, endossou Rogério Ceni.
Na quinta colocação, o time tricolor hoje perderia a vaga entre os times que vão para a Libertadores apenas nos quesitos de desempate: tem seis triunfos, um a menos que o Vitória.
Na próxima quarta-feira, o São Paulo tem um jogo-chave para suas pretensões na competição. Visita o Internacional, em Porto Alegre. “Jogo extremamente difícil. Se conseguirmos somar pontos lá, ficaremos muito bem no campeonato, pois o Flamengo joga fora (visita a Portuguesa) e o Grêmio também (o vice-líder enfrenta o Figueirense)”, analisou Rogério.
Ao entrar em campo, o São Paulo sabia da derrota do Palmeiras para o Goiás. Calculando que o Vitória não conseguiria bater o Flamengo no Maracanã (calculo que deu errado), bastava fazer bem seu dever para, após 12 rodadas, enfim estar entre os quatro melhores da competição, grupo dos times que estarão na Libertadores.
Tudo a favor, nada de perder tempo. A fome de bola era grande. O relógio marcava 18h06, quatro minutos antes do horário marcado e o pontapé inicial já era dado. Com pressa, mas organização, o São Paulo - Alex Cazumba, na vaga de Richarlyson era a surpresa - deixou o goleiro botafoguense Castillo e os torcedores cariocas assustados, tamanho o ímpeto inicial.
Em 12 minutos, foram boas chances desperdiçadas pelo São Paulo, com Triguinho salvando cabeçada de Zé Luís em cima da linha. O volante são-paulino ainda carimbaria o travessão e reclamaria de pênalti não marcado em Éder Luís.
Assustado, o time carioca levou 20 minutos para, enfim, começar a jogar bola. Tentava retomar o fôlego tocando a bola, cadenciando o jogo. De pé em pé, conseguiu duas boas finalizações. Eis que vem o castigo ao Botafogo, pelo momento no jogo, e, com atraso, a justiça ao São Paulo, pelo início arrasador. Cazumba, a aposta de Muricy Ramalho, recebeu na frente e, ao tentar driblar Castillo, foi derrubado. Pênalti. Rogério Ceni acertou no ângulo. “Merecemos pela boa apresentação na primeira etapa. Agora é só voltar com mais atenção”, disse o goleiro.
Mas quem mandou na fase final foi o Botafogo. E, com méritos, empatou, em chute de Carlos Alberto. No fim, porém, Dagoberto, sozinho na área, garantiu a festa no Morumbi em cabeçada certeira.